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Notícias

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Plenaria
O Município de Aporé: Realizou pela a 1° Plenária do Território Rural Parque das Emas.
Em 16/02/2017 às 14:28

Aconteceu na última sexta-feira (10) a 1° Plenária do Território Rural Parque das Emas no município de Aporé, com os temas Agricultura Familiar e Políticas Públicas, o evento contou com a participação de vários produtores rurais e autoridades. Além é claro do NEDET/NEAF,

Notícias & Eventos

Eventos Realizados pelo NEDET - Território Rural Parques das Emas
Em 14/02/2017 às 11:31

 

- PLENÁRIA EM APORÉ/GO. 

 

Convite

Downloads
Em 14/02/2017 às 10:49

Per
Discentes do Núcleo Livre de Permacultura realizam aula prática no CVT - CIAgro/NEAF.
Em 18/10/2016 às 13:54

Atividade aconteceu na manhã de sábado (dia 25), na área do Centro Integrado de Agroecologia para treinamento, experimentação, validação e disponibilização participativa de tecnologias apropriadas à Agricultura Familiar (CVT - CIAgro/NEAF), que fica abaixo do prédio da Engenharia Florestal. 

 

Notícias & Eventos

Permacultura.capa
NEAF realiza aula prática para discentes do Núcleo Livre de Permacultura
Em 23/06/2016 às 16:27

Atividade acontecerá no próximo sábado

notícias

Espiral de Ervas: Saberes da Permacultura e Agroecologia.
IV Semana Jurídica do Curso de Direito / UFG - Regional Jataí o minicurso intitulado: Espiral de Ervas: Saberes da Permacultura e Agroecologia.
Em 11/03/2016 às 11:23

Realizamos no dia 10 de Março de 2016, durante a programação da IV Semana Jurídica do Curso de Direito / UFG- Regional Jataí o minicurso intitulado: Espiral de Ervas: Saberes da Permacultura e Agroecologia. Visando a divulgação dos saberes tradicionais e a troca de experiências com os participantes do evento. 


O formato espiralado é um padrão muito encontrado na natureza. As espirais respeitam as curvas naturais, são decorativas e inserem-se harmoniosamente nos jardins, proporcionam a integração de pessoas com o meio-ambiente e podem se adequar perfeitamente às nossas necessidades.

A escolha das espécies é livre e pode ser uma mistura de plantas preferidas, sejam elas medicinais, aromáticas, comestíveis ou flores. O objetivo principal foi a construção de um canteiro de ervas e temperos em formato de espiral. Afim de otimizar o espaço do prédio do curso de Direito criando um ambiente de interação entre ser humano e ambiente, além de difundir os saberes da Permacultura como técnicas de bio- construção com bases Agroecológicas de fácil acesso e baixo custo, otimizando o espaço com design Permacultural e reutilizando resíduos descartados.

Realizamos também o plantio de 20 mudas de árvores frutíferas para contribuir com a arborização do espaço.

Link: https://www.facebook.com/901399376588039/photos/pcb.1060678150660160/1060664200661555/?type=3&theater

Notícias & Eventos

Agricultura
Produção Agroecológica Integrada
Em 13/04/2015 às 14:54

A Cartilha do Produtor Rural, lançada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), traz o passo a passo de como construir uma unidade de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais). O Pais é um projeto apoiado pelo Sebrae que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida e proporcionar sustentabilidade às populações atendidas.

A Cartilha destaca ainda as principais dúvidas que podem surgir no processo de implementação do Pais, entre elas o que fazer com os alimentos da colheita que sobram da refeição familiar.

Notícias

Alimentos
O QUE SÃO ALIMENTOS ORGÂNICOS?
Em 13/04/2015 às 10:16

Surgida na Índia, em 1905, a agricultura orgânica é uma forma de plantar sem agredir o solo. Quando o pesquisador inglês Albert Howard viu que os camponeses hindus não usavam nenhum tipo de produto químico nas suas plantações, ele investiu na técnica, que visa produzir alimentos sem sacrificar muito a natureza, e apenas com recursos naturais.

Muita gente diz que o método não afeta a natureza; porém, faz a produção cair, e isso pode dar prejuízo para o agricultor. O agrônomo Paulo José Ferreira explica que a agricultura orgânica realmente tem uma produção menor, mas que isso não gera uma perda para o agricultor.

De acordo com Paulo, como na agricultura orgânica não é necessário o uso de máquinas e agrotóxicos, o produtor economiza esse dinheiro. Isso vai compensar o pequeno prejuízo causado pela diminuição da produção.

Outra coisa legal é que alguns pequenos agricultores estão investindo na produção de orgânicos. Em hortas pequenas, eles plantam o que sua família vai comer e ainda podem fazer pequenas vendas dos alimentos que sobram para se sustentar financeiramente.

Paulo também lembra que o consumidor valoriza mais o produto sem agrotóxico, pois sabe que vai ser bom para saúde dele. Então, o produto orgânico pode ser vendido por um preço um pouco maior.

Por que o alimento orgânico é bom?

A nutricionista Rafaela Nemer explica que os alimentos orgânicos são totalmente livres de agrotóxicos e adubos químicos. Muitas vezes, as hortaliças orgânicas são mais “miudinhas” que as outras, mas mais saudáveis. Ela conta que os alimentos cultivados de forma não-orgânica correm o risco de ter o nível de substância tóxica além do permitido. Essas substâncias podem causar diversos males, como diarreia, intoxicação e alergias.

Também podem fazer mal para as mulheres grávidas, afetando a formação do bebê. O pesquisador francês Claude Albert fez estudos que mostraram a presença do agrotóxico DDT no leite materno. As mães teriam sido contaminadas por comerem alimentos com muita substância tóxica.

Por isso, segundo a nutricionista, o alimento orgânico é uma garantia de que estamos livres desses vilões. É mesmo legal que a horta venha direto para o nosso prato!

E se eu não puder comprar alimentos orgânicos?

O preço dos alimentos orgânicos está diminuindo, mas uma grande parte da população não tem dinheiro para comprar esses produtos. Então, como fazer para ficar livre dos agrotóxicos? A nutricionista Rafaela Nemer dá a dica:

“Deixe os alimentos durante 15 minutos dentro de um balde com um litro de água misturado com uma colher de sopa de água sanitária (e assim vai para cada litro de água, uma colher de sopa). Depois, retire os alimentos e enxágüe-os.

Rafaela explica que esse procedimento não vai tornar o alimento totalmente livre das substâncias ruins, mas vai ajudar a diminuir bastante a presença delas.

Notícias

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Segurança alimentar é o tema do Prêmio Jovem Cientista de 2014.
Em 24/09/2014 às 10:56

Estudantes de ensino médio, superior e jovens pesquisadores podem participar. As inscrições estão abertas e vão até 19 de dezembro de 2014. Confira o regulamento no link http://www.jovemcientista.cnpq.br/ 

A soberania e segurança alimentar é fundamental para o fortalecimento da Agroecologia. Alimentos de qualidade, livres de agrotóxicos e práticas sustentáveis que a diversidade cultural., ambiental, cultural, econômica e social de quem produz e de quem come.

 

 

Notícias

a
PLANO NACIONAL DE AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA - (PLANAPO 2013-2015).
Em 24/09/2014 às 10:00

O Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) é uma política pública do Governo Federal criada para ampliar e efetivar ações para orientar o desenvolvimento rural sustentável.
Fruto de um intensivo debate e construção participativa, envolvendo diferentes órgãos de governo e dos movimentos sociais do campo e da floresta, o Planapo é o principal instrumento de execução da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo). Mas não é só isso. O plano busca integrar e qualificar as diferentes políticas e programas dos dez ministérios parceiros na sua execução.

A2
Edital para redes de agroecologia vai disponibilizar R$ 25 milhões
Em 05/06/2014 às 11:39

Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (Ecoforte). O programa vai destinar R$ 25 milhões em investimentos sociais, em uma parceria da Fundação Banco do Brasil com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação foi divulgada pela Fundação BB.

EDITAL

abcd
Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (Sipaf).
Em 01/06/2014 às 14:39

A agricultura familiar fornece grande parte dos alimentos consumidos no País, no entanto, esta participação é praticamente imperceptível para os consumidores. Para torná-la visível, na alimentação diária dos brasileiros, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) criou o Selo da Identificação da Participação da Agricultura Familiar (SIPAF). 

 

Notícia

grito pela terra
20º Grito da Terra Brasil
Em 01/06/2014 às 14:34

O Grito da Terra Brasil é a principal ação de massa do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). É promovido pela CONTAG, Federações dos Trabalhadores na Agricultura (FETAGs) e pelos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTRs). Reúne anualmente, na capital federal, milhares de pessoas de todo o país, entre lideranças, agricultores(as) familiares, assalariados(as) rurais, assentados(as) e acampados(as) da reforma agrária, dentre outros que apoiam as bandeiras de luta da população rural.

Notícia

Dilma
Dilma lança Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica
Em 30/05/2014 às 09:26

O Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – Brasil Agroecológico foi lançado na manhã de ontem (17), em Brasília, durante a II Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário. O Plano estará vigente até o final do ano de 2015, e prevê um investimento de R$ 8,8 bilhões em 125 iniciativas. 

Notícia

O que é Agricultura Familiar ?
Em 29/05/2014 às 09:27

A agricultura familiar é uma forma de produção onde predomina a interação entre gestão e trabalho; são os agricultores familiares que dirigem o processo produtivo, dando ênfase na diversificação e utilizando o trabalho familiar, eventualmente complementado pelo trabalho assalariado.

Segundo a Constituição brasileira, materializada na Lei nº 11.326 de julho de 2006, considera-se agricultor familiar aquele que desenvolve atividades econômicas no meio rural e que atende alguns requisitos básicos, tais como: não possuir propriedade rural maior que 4 módulos fiscais*; utilizar predominantemente mão de obra da própria família nas atividades econômicas de propriedade; e possuir a maior parte da renda familiar proveniente das atividades agropecuárias desenvolvidas no estabelecimento rural.

Aproximadamente 84,4% dos estabelecimentos agropecuários do país são da agricultura familiar. Em termos absolutos, são 4,36 milhões de estabelecimentos agropecuários. Entretanto, a área ocupada pela agricultura familiar era de apenas 80,25 milhões de hectares, o que corresponde a 24,3% da área total ocupada por estabelecimentos rurais.

Isso revela uma concentração fundiária e uma distribuição desigual de terras no Brasil. Se realizarmos uma média do tamanho das propriedades familiares e não familiares, teríamos, respectivamente, 18,37 e 309,18 de hectares. Ou seja, é um abismo muito grande entre minifúndio e latifúndio.

O principal programa de incentivo à agricultura familiar é o PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos ao pequeno produtor rural, com baixas taxas de juros.

 

 

Fale Conosco
Em 28/05/2014 às 17:43
Fale Conosco

Versão completa (.pdf)
Em 28/05/2014 às 11:47

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Equipe Executora
Em 28/05/2014 às 10:57

A equipe técnica conta com profissionais de diferentes formações acadêmicas, cuja pluralidade permite desenvolver um trabalho multi e interdisciplinar, associando entre si os saberes e as experiências específicas de cada área, porém, mantendo as especificidades metodológicas de cada uma delas, o que propiciará maior riqueza e profundidade ao trabalho proposto tendo em vista a horizontalidade das ações e processos agroecológicos, que prevê atuação multifacetada, plural, não estando segmentada apenas numa área do saber.

A seguir um quadro descritivo da função de cada membro da equipe:

 

COORDENADOR:

- Hildeu Ferreira Assunção. http://lattes.cnpq.br/3389842520223973

(Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em modelagem e simulação, aplicada principalmente a produção vegetal, energia da biomassa, monitoramento ambiental, pluviometria direcional e agroecologia. É membro do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Agricultura Familiar da Universidade Federal de Goiás).

 

COLABORADORES:

Alécio Perini Martins. http://lattes.cnpq.br/4037183605742666

(colaboração em atividades de geoinformação para fins de planejamento ambiental e gestão de recursos hídricos).

 

Alessandro Martins. http://lattes.cnpq.br/8534484853561082

(colaboração em atividades envolvendo análise de resíduos agroindustriais).

 

Carlos Alexandre Gomes. http://lattes.cnpq.br/9346087418658759

(Uso e manejo da água no sistema solo planta, para fins de irrigação).

 

- Cátia Regina Assis Almeida Leal. http://lattes.cnpq.br/7671741132701236

(Orientação pedagógica dos grupos de trabalho. Educação popular rural. Resgate de cultura popular).

 

- Darly Geraldo de Sena Júnior. http://lattes.cnpq.br/6005230354445845

 (Tem experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Agricultura de Precisão, atuando principalmente nos seguintes temas: agricultura de precisão, processamento de imagens, visão artificial e plantio direto).

 

- Dinalva Donizete Ribeiro. http://lattes.cnpq.br/3182325621648634

(Assessoria em planejamento territorial de unidades produtivas, visando a alimentação e soberania alimentar).

 

- Evandro César Clemente. http://lattes.cnpq.br/8634079545873551

(atuando principalmente nos seguintes temas: efeitos sócio-espaciais dos sistemas agroindustriais, associativismo, políticas públicas, dinâmica regional, sustentabilidade sócio-ambiental na agricultura).

 

- Flávio Pereira Diniz. http://lattes.cnpq.br/0633847263637503

(colaboração com aplicações de métodos de trabalho em metodologias participativas).

 

- Francisco Solano Araujo Matos http://lattes.cnpq.br/0960611004118450

(colaboração em extensão rural com orientação no controle de doenças vegetais).

 

- Frederico Augusto Guimaraes Guilherme http://lattes.cnpq.br/6514433986706275

(recuperação deáreas degradadas; utilização de resíduos na agricultura e projetos sustentáveis).

 

- Jorge Luís Sousa Ferreira http://lattes.cnpq.br/1438796673081557

(análises químicas de resíduos orgânicos e efeitos de suas aplicações na agricultura; manejo agroecológico do solo).

 

- José Hortêncio Mota http://lattes.cnpq.br/7810144355065333

(atividades envolvendo consórcios de plantas medicinais e hortaliças, manejo agroecológico de hortaliças).

 

- Leandro Flávio Carneiro http://lattes.cnpq.br/4852226296963338

(Atua  com área de concentração em produção vegetal, ministrando as disciplinas de Fertilidade do Solo em sistemas agrícolas e Nutrição Mineral de Plantas).

 

- Mariana Crepaldi de Paula. http://lattes.cnpq.br/7368487382576901

(colaboração em atividades de desenvolvimento local, organização do espaço, agrofloresta, ecossistemas brasileiros, apicultura e abelhas nativas sem ferrão, ecologia, biologia, manejo florestal não madeireiro para fins de uso agroecológico).

 

- Mariza Souza Dias. http://lattes.cnpq.br/2946585161094619

(colaboração em atividade de metodologia participativa em processos de planejamento e extensão).

 

- Paulo Hellmeister Filho. http://lattes.cnpq.br/4391389845941028

 (atuando principalmente nos seguintes temas: medicina veterinária preventiva e gestão ambiental aplicada à sistemas sustentáveis de produção animal, avicultura agroecológica, agricultura familiar e permacultura).

 

- Raquel Maria de Oliveirahttp://lattes.cnpq.br/793960475590393

(atuação em conservação de espécies arbóreas ameaçadas, manejo de áreas naturais protegidas, Bacias Hidrográficas e Indicadores sócioambientais em Assentamentos rurais).

 

- Robson Schaff Corrêa. http://lattes.cnpq.br/590035063925081

(colaboração em atividades de silvicultura e agrofloresta).

 

- Tatiane Melo de Lima. http://lattes.cnpq.br/4653534899413602

 (colaboração com técnicas e práticas de extensão rural participativa e organização dos agricultores).

 

- Vera Lúcia Banys. http://lattes.cnpq.br/0086763325318228

 (atuação em avaliação de alimentos alternativos para ruminantes, atuando em avaliação de forrageiras para bovinos de corte na região Centro-oeste, sistemas consorciados (gramíneas e leguminosas) e integração lavoura-pecuária).

 

Bolsistas:

 - Alessandra Rocha Sila.

Graduada em Geografia/Licenciatura - (bolsa EXP-C).

- Rodrigo Alberto Lopes. 

Graduado em Medicina Veterinária - (bolsa EXP-C).

- Renan Augusto Miranda Martins.

 Graduado em Engenharia Florestal - (bolsa EXP-C).

 

- Fabíola Rodrigues do Carmo.

Graduando Agronomia (bolsa ATP-B).

- Djalma de Freitas Ribeiro Neto.

Graduando Engenharia Florestal (bolsa ATP-B).

- João Antônio Neves.

 Graduando Geografia (bolsa ATP-B).

- Larissa Carvalho de Oliveira.

 Graduando Direito (bolsa ATP-B).

- Luciano Frizzo.

 Graduando Biologia (bolsa ATP-B).

- Poliana Pereira de Jesus.

 Graduando Agronomia (bolsa ATP-B).

- Tarcísio Ramos Silva.

 Graduando Agronomia (bolsa ATP-B).

 

- Felipe Roncatto Vicentin.

 Graduando Medicina Veterinária (Voluntário).

- Jaqueline Alves Santana .

 Graduando Agronomia  (Voluntária).

 

Metodologia
Em 28/05/2014 às 10:34

A proposta de constituir, no Campus Jataí/UFG, um centro regional de referência para o desenvolvimento rural sustentável, fundamentado em práticas agroecológicas e em ações que integram ensino, pesquisa e extensão, será executada em três fases distintas e interdependentes, a saber: Experimentação e validação de tecnologias; Práticas agroecológicas sustentáveis; e Exposição e disponibilização de tecnologias.

Primeiramente, para uma maior segurança na condução das atividades agroecológicas, envolvendo experimentações e validação de tecnologias, a área da gleba deverá ser isolada com alambrado para evitar a invasão de animais (bovinos) e de pessoas alheias à seriedade dos experimentos concernentes ao uso e manejo do solo, da água e das plantas. Para isso serão necessários serviços de terceiros equivalentes a 40 dias-homem para fincar 400 postes e fixar 2000 m de alambrado.

Outra necessidade é a restauração de um barraco de 20 m², existente no local, o qual será utilizado como base logística para guardar ferramentas, insumos e materiais de apoio aos executores da proposta, uma vez que a gleba encontra-se a 1,2 km do galpão mais próximo. Para o qual também serão necessários serviços de terceiros equivalentes a 30 dias-homem para troca de madeiramento, telhado, portas e janelas, bem como a instalação de água e sanitário. Outras atividades concernentes a serviços de transporte, e uso de máquinas e implementos para preparo do solo, de canteiros e viveiros serão atribuídas à Universidade.

Em seguida, através do planejamento de uso das terras, a área da gleba será classificada em setores conforme o microclima e a aptidão agrícola que se destina cada atividade. Este planejamento será feito de forma que a implantação do processo produtivo esua condução causem o menor impacto possível ao ecossistema local. O planejamento de uso da gleba visa a utilização adequada dos recursos naturais de maneira que o desenvolvimento e a saúde da planta sejam favorecidos. Nesse contexto serão viabilizadas técnicas para restabelecer a terra degradada, com medidas de correção e conservação do solo e da água, bem como dos nutrientes essenciais à planta, adotando o cultivo de leguminosas inoculadas e a incorporação de matéria orgânica. Esta última, inicialmente, será fornecida pelas agroindústrias locais, parceiras nesta proposta. A adoção de algumas medidas acima citadas requer análise química do solo e de resíduos, bem como a aquisição de corretivos e fertilizantes fosfatados.

Visando a preservação do ambiente, serão criadas áreas de refúgios para os inimigos naturais dos principais insetos e invasores, resguardando a mata ciliar e cultivando plantas com propósitos variados.

Para manter o Centro Integrado em atividade de produção permanente, serão adotados sistemas de rotação, consórcio e escalonamento de plantio diversificado, para hortaliças, tuberosas, bem como para variedades de cereais e leguminosas. Para fugir dos riscos climáticos e evitar situações de estresse hídrico, serão utilizadas práticas de irrigação. A água será tomada de fonte próxima da área, mas para isso será necessário construir um reservatório de 150 m³, o que requer o serviço de 20 dias-homem. A adoção de tais práticas também requer um kit de irrigação modular (por gotejamento), cujos componentes básicos são: conjunto moto-bomba; conjunto de sucção e recalque, cavalete de filtragem, cavaletes duplos para setores, tubos de distribuição em polietileno de 26 mm e tubo para linhas laterais.

Todas as ações planejadas serão registradas em computador e projetadas em um mapa relacionado a uma base de dados geográficos, para posteriormente, serem demarcadas no terreno, segundo os seus aspectos físicos, ambientais, de uso e conservação, agrupando-os por zonas e setores.

Experimentalmente, dentro de cada zona serão sugeridas formas de maximização da eficiência de uso do solo através da diversificação das atividades agroecológicas que, na medida do possível, prevê as seguintes atividades, de maneira integrada:

  1. Agrícola: cultivo de cereais, leguminosas, hortaliças de várias espécies, frutíferas diversificadas, raízes, tubérculos, forrageiras e espécies nativas;
  2. Pecuária: criação de peixe, aves, abelhas e minhocas;
  3. Floresta: implantação de sistemas agroflorestais – SAF e outros de base agroecológica, para recuperação de áreas degradadas, para adensamento de remanescentes de vegetação com o propósito de produzir madeira e forragem para diversos fins, como gerar renda por meio de produtos da agrobiodiversidade (sementes, frutas, mel, etc);
  4. Reciclagem: reuso de resíduos orgânicos através de compostagem, vermicompostagem, biofertilizantes, etc

Introdução
Em 28/05/2014 às 10:06

CENTRO INTEGRADO DE AGROECOLOGIA PARA TREINAMENTO, EXPERIMENTAÇÃO, VALIDAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO PARTICIPATIVA DE TECNOLOGIAS APROPRIADAS À AGRICULTURA FAMILIAR

Centro Integrado de Agroecologia no Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás, para experimentação, validação e disponibilização participativa de tecnologias apropriadas à agricultura familiar. Nesta perspectiva, o projeto tem como objetivos o desenvolvimento de pesquisas, ações de ensino e de extensão para oferecer aos agricultores interessados, as condições técnicas de suporte ao processo de produção orgânica, bem como a transição agroecológica.

A fase inicial do projeto será com base no uso de variedades crioulas disponíveis no Banco de Sementes do NEAF/UFG, para pesquisa e caracterização das sementes crioulas, tendo como norteador a produção de forma orgânica. 

Também será ofertado um curso de qualificação em prática agroecológicas sustentáveis, destinadas aos agentes ATER, educadores e estudantes, bem como aos agricultores familiares. Tais ações têm a finalidade de fortalecer a diversificação das atividades agrárias aliada às tecnologias alternativas e disponíveis, valorizando o conhecimento agroecológico dos agricultores perante todos os sistemas agrícolas em si.